Ao meu grande amigo, Nil.

Nunca deixei registrado o quanto te quero bem e o quanto você me fez e faz bem.

Hoje em uma das várias vezes que te liguei querendo colo, você me atendeu com seu alto astral de sempre. Na mesma hora todo aquele consolo que eu precisava virou uma alegria inexplicável. Esqueci do problema e só queria ouvir mais suas risadas (contagiantes...).

Amigos invadem a vida da gente de um jeito que nem dá pra lembrar exatamente quando foi o dia que sentimos que não poderemos mais viver sem eles. Com você é assim. Quando me vi ligando pra você só pra dizer um "oi" ou um "vem me pegar que não quero ficar em casa" percebi que não saberia mais viver sem sua presença.

Ao lembrar daquele abraço demorado de minha despedida (as lágrimas agora caem compulsivamente) chego a me arrepiar. As suas palavras naquela hora até hoje soam em meus ouvidos. Estava mais que selada uma das amizade mais bacanas que tenho.

Sinto sua falta todos os dias. Sinto saudade de sua gargalhada (D. Álvara...rs), dos conselhos pra lá de racionais (coisa que ainda preciso aprender a ser...), dos sermões nas horas de pisadas na bola, do seu "você é muito idiota, André!"...

Meu amigo, você é muito, mas muito importante pra mim! Faz uma falta tremenda em minha vida!

Te amo muito!

Saudade

Mudanças e supresas.

Mais um ano de mudança. Drástica, por sinal.
O ano começou lindo, cheio de esperança, com minha família toda em meu cantinho.
Um ano todo à sós. Curtindo tudo que podia e chorando tudo aquilo que não fui.
Amigos ganhei para a vida inteira. Pessoas que me orgulho de dizer que estarei junto para sempre. São poucos, mas suficientes para serem eternos.
Sinto falta dos que lá deixei. Naquele lugar que estará sempre marcado em minha vida. Onde conheci e vivi as melhores coisas e o amor em sua plenitude.
Sou grato por tudo que vivi lá e por tudo que encontrei na volta pro lugar de onde saí.
Os amigos que aqui reencontrei me receberam com o calor e carinho de sempre. A família que tenho, essa nem se fala... tranborda em felicidade com minha presença.
Vivo hoje o amor mais lindo: o próprio. Ele tem me satisfeito demais. Me deixado feliz como há muito eu não sabia que poderia ser.
A vida profissional esse está bem demais. Como nunca fui.
Alguém que me dê carinho e atenção de verdade está por vir... em breve, quem sabe.
Só sei que o quero nesse dois mil e onze é que seja ainda melhor que dois mil e dez.
Quero me surpreender com a paz no mundo, com a bondade e lealdade das pessoas, com notícias boas nos jornais e o resto vamos lutando para conseguir!

Que em 2011 sejamos todos muito Felizes!

O amor tem limite (?).

O amor é assim: chega do nada, arrebata, enlouquece e no seu ápice desaparece (pelo menos de algum dos lados é assim).

Um dia quando menos o procurei, me invadiu. Mudou meus planos, meus sentidos, meu mundo. Já não sabia mais o que era passado e o que viria no futuro. O que eu mais queria era viver a intensidade do presente. Não conseguia mais seguir em frente só. A partir daquele dia, meus passos foram somados e pensados juntos. Esqueci de mim. Já não sabia bem quem era eu. Vivi no limite do meu amor. Amei da minha maneira.

Toda aquela projeção foi caindo, aos poucos. Toda a chama ainda ardia. Só em mim. Queria encontrar o motivo do erro que estava comigo. À passos lentos fui atrás de experiências, conselhos e ilusões. Não via a possibilidade do erro na outra pessoa. O erro era meu, tudo aquilo que estava acontecendo era culpa minha. Eu já não era mais o mesmo. Beleza? Eu? Inteligência? Bom papo? Não. Isso tudo eu não tinha mais. Aí estava a minha explicação para aquele término que se aproximava.

Chegou ao fim. A maneira mais social possível. Do jeito mais “normal” que duas pessoas civilizadas têm que ser. Abstraí (ao menos fingi). No mesmo espaço, convivi com a solidão de dois corpos presentes diariamente. Tudo aquilo que um dia foi meu, já não era mais. Ver, desejar e lembrar de tudo que um dia representou doía. A tal civilidade que tive que pregar para parecer normal, não me deixava gritar de dor nos piores momentos. Tinha que manter um luto calado. Não sofri. Calei. Nos momentos mais inesperados a emoção me domava.

Aos poucos comecei a mudar meu ponto de vista. O erro não era meu. Todo desgaste não fui eu quem provocou. Eu até lutei contra isso. Aos poucos, o espaço dividido foi ganhando uma nova presença. Presença que já habitava minhas suspeições. Enquanto ganhei ausência nos primeiros dias, na semana seguinte já dividia o espaço do espelho da casa com uma nova pessoa que se instalava. Sangue fervia. A tal civilidade não me deixava agir como queria. (Seria mesmo civilidade? Não seria ainda amor?). Aceitei. Morrendo por dentro.

Passado um ano desse fim, digo que estou recomposto. Hoje, afirmo que vivi o maior e o grande amor de minha vida. A distância me fez sepultar a projeção que fiz, a culpa que carreguei e à tudo que desperdicei. Acertei naquilo que fiz. Se errei, foi por ter amado demais.

“Às vezes perder o equilíbrio por amor faz parte de uma vida equilibrada.” – frase do livro/filme “Comer rezar e amar”.

mudança.

qual seria a graça da vida se não fossem as mudanças e as surpresas que ela nos proporciona?

até dias atrás peito ferido. ontem curado. hoje já com coração acelerado.

semana dos namorados diferente essa minha. assim será.

quase seis anos em trocas de presentes.

esse ano querendo estar presente. na vida de alguém.

pode ser que seja em breve. assim espero.

mas nada breve desejo que sejam os sentimentos futuros.

Desapossado.

Engraçado o rumo que as vidas tomam.

Já não sei mais quem são seus amigos. Aonde você vai. Com quem sai.

Nem seus planos.

Sei que “andas novamente de novo amor, nova paixão, todo contente.” Isso é a única coisa que sei.

Já não me fala de seu dia. Não ri e nem se interessa por minhas histórias.

É...  quem diria que um dia isso fosse acontecer?

Viver em mundos tão próximos e tão distantes.

Ainda me preocupo com suas amizades. Pra onde vai ou foi. Até mesmo que horas que chegou.

Não me acostumei em sair de casa e não ter que dar uma satisfação. Não dizer com quem irei ou o que farei.

Sinto falta de tudo isso.

Até quando me sentirei assim?

Só o tempo ou um novo amor é quem dirá.

Urros e Sussurros.

sou de extravasar minhas emoções. sempre fui assim.
como bom leonino, sou de urrar em cima de um morro e dizer que estou apaixonado.
se esse urro não for ouvido por ninguém, principalmente por quem deveria sou de ir ao ouvido e sussurrar.
sussurro com toda força das palavras que posso expressar.
sabendo que as palavras ditas não voltam atrás.

urrei.
se agora me perguntam se faria o mesmo, talvez não.
naquela hora foi necessário e achei que deveria.
não me fiz ouvir. nem em urros e muito menos em sussurros.
as respostas não vieram e nem os ecos eu ouvi.
só um simples acenar e uma promessa. não cumprida.

é. cansei.
subi. gritei. pensei que estava agindo corretamente.
achei que fazendo isso teria quem eu queria por perto.
mais uma vez, me enganei.
desço do alto de onde subi ainda olhando para lá acreditando ter uma resposta surpreendente.
mesmo assim desço. dia após dia. alguma vezes olhando para trás. outras não mais.

amanhã ou depois chego à base do morro de onde me declarei.
nesse dia posso estar certo de que fiz algo por quem não merecia.
ou talvez, nesse dia, eu volte a subir e a urrar por outro alguém que até então eu não ouvia.

Todo Carnaval tem seu fim...

“Todo carnaval tem seu fim...”

(Marcelo Camelo)

 

Sou de mergulhar de cabeça em toda relação que começo. Posso começar sendo empurrado por situações, carências, indicações, embriaguezes... mas vou lá e começo. Sem nem me preocupar com a profundidade que mergulharei. Sou assim. Ponto.

 

Vivi a sorte de amores tranqüilos como diz a música. Amores esses que de tão tranqüilos um dia chegaram ao fim. Com todos aprendi. Tranqüilos ou não. Os conturbados pareceram até mais duradouros. Mais cheio de amores e intrigas. Afinal uma briguinha faz bem à qualquer relação.

 

Não gosto, mas uma D.R. quando tá tudo vai de mal a pior, é necessária. Se for pra ficar tudo de bem, então vamos pontuar os erros e corrigi-los. Ah, além do que sempre depois dessas d.r’s existe o “fazer as pazes”. Luto pelo o que é meu (pelo menos que acho que é meu). O problema disso tudo é que as pessoas por evitarem essas discussões deixam as relações apodrecerem.

 

A favor da verdade. Sou de falar tudo que seja para o bem da relação ou ao menos para o “bom” fim dela. Descobrir mentiras após de tudo é bem pior. Não sou mais de comentar nada, afinal acabou, mas fica um ressentimento. Da mesma forma que mergulho para entrar numa relação, sou capaz de ir mais fundo ainda em saber o motivo do desgaste dela. Descubro. Cedo ou tarde, saberei de tudo.

 

Volto à superfície mais uma vez. Ainda organizando ares, devaneios, novas “braçadas” e tentando seguir em frente, mesmo com algumas marés que teimam em me levar ao fundo novamente.

 

Seguirei em frente. Levando tudo aquilo que captei das profundezas que um dia fui. Um dia acertarei e lá viverei os mais deliciosos dias, mas enquanto isso... Um brinde à vida e aos novos mergulhos que virão.

 

“Se por acaso morrer do coração, é sinal que amei demais.”

(Rita Lee / Roberto de Carvalho)

Dúvidas.

As flores do começo um dia acabam?

Todas aquelas promessas iniciais eram somente para impressionar?

Aquela admiração de encher os olhos de lágrimas tem que acabar?

A coragem, a desinibição de demonstrar todo carinho se perdeu em que parte do caminho?

O cuidado, o medo de perder, a atenção, onde ficaram?

 

Será se já falei demais?

Será se já fiz tudo o que tinha que ser feito?

 

O que devo fazer para resgatar tudo aquilo pelo qual me apaixonei?

 

Posso continuar vivendo com o pouco que tenho recebido?

 

Percebe-se que as coisas não são como eram antes?

 

Como faço pra perceber?

 

Será que são sinais para mim?

 

Será que chegou a hora de dizer adeus?

 

Será?

Meu filme...

Nunca fui muito em acreditar em contos de fadas. Até porque em minha casa nunca vivemos assim. Minha figura de rei já oscilou muito e já foi até vilão. Isso é um capítulo passado e virado em minha vida.

Já tentei acreditar em amores de filmes. Amores esses que ao final se continuava junto. Felizes para sempre? Nem sei se são, porque sempre finalizam o filme estando todos bem, mas na maioria dos romances nunca tem uma trilogia porque se tivesse com certeza no “2” ou no “3” haveria várias separações.

Já vivi grandes amores e paixões. Uma dessas, garanto que tenha sido a maior de todas. Começou como conto de fadas, me contradizendo, mas logo tudo virou um reality e o conto de fadas perdeu a graça. O casal lindo e tão copiado já não é mais o mesmo. Cavalo branco? Hã?

O diretor do meu filme sou eu. Eu sei disso. Quero acreditar em contos, mesmo sabendo que eles não existem. E por que ainda espero que tudo volte a ser um belo romance? Será que não existe nada assim? O que fazer? Alguém me empresta um roteiro?

Quero muito ser feliz. Eu tento. Faço de tudo.

Mas um diretor não vive sem o elenco ideal e nem sem momentos clichês como o velho cavalo branco.

 

The end (?)

Alma boa.

Ontem conheci Chen Tê personagem de Denise Fraga na peça “A alma boa de Setsuan” de Bertolt Brecht. Uma mulher-menina que é abençoada por ceder sua pequena casa à seu Deus. Por conta disso é tida como a “alma boa” da cidade. Por ser tão boa e não conseguir se negar aos outros, acaba muitas vezes se prejudicando e não sendo reconhecida por suas atitudes. Para poder dizer “não”, ela usa da fantasia de um primo e assim colocar seu lado racional e egoísta (se é que ela consegue ser assim...). Os cidadãos do local tiram proveito de suas boas ações afim de benefícios próprios e prejudicando Chen tê.

 

Denise coloca no folder de apresentação do espetáculo um texto sobre a bondade da personagem e a nossa. Bondade essa que ela cita como hoje vista como bobagem. Ser bom hoje significa ser bobo. E é verdade. Não somos mais reconhecidos por uma boa atitude e sim pela esperteza, pelo “jeitinho” de se dar bem em cima dos outros.

 

Altruístas poucos são reconhecidos em trabalhos, em rodas sociais e na política. Sempre que surge alguém querendo estender sua mão a outro alguém, as interpretações podem ser das mais absurdas e injustas. Desde os pensamentos como uma mão lava a outra até mesmo à construção de imagem de bom samaritano.

 

Por muitas, mas muitas vezes, me arrependi de ter sido o bonzinho. O que calou para não prejudicar ninguém ou por ter dito um sim que iria me prejudicar, mas beneficiar outrem. Procuro formas para deixar de ser tido como “bonzinho” (sinônimo de bobinho na realidade), mas será que estou correto? Será que posso estender minha mão sem medo de que me levem o braço inteiro? Posso fazer tanto com esse braço estendido, mas tenho receio e sei que não posso.

 

Pensei muito nisso. Espero que vocês também. Assim como finaliza a peça:

 

- Deve haver uma saída.

 

- TEM DE HAVER!!!

Amigos e missões.

Acredito que amigos surjam na vida da gente para cumprir missões.

Missões essas que podem ser rápidas, imperceptíveis ou eternas. Com meus amigos todos acredito que seja assim.

 

Dividir o lanche da merendeira já foi sinal de grande amizade. O primeiro porre junto. As descobertas sexuais. Os destinos profissionais. As coragens de mudar. Todas essas passagens estavam sempre na companhia de grande amigo. Alguns deles ficaram em seus respectivos lugares, nos quais os conheci. Outros tomaram rumos diferentes e lugares diferentes. Alguns eu reencontrei com a mesma intensidade, uns com bem mais e outros com bem menos. O que importa é que um dia eles foram muito importantes para mim. E hoje no meu coração percebo o aceno de cada um ao seu modo.

 

Sinto falta. Desde aqueles que pouco lembram ou se importam de como eu esteja, qual rumo minha vida tomou... Sinto falta pelo momento passado juntos. Pela alegria que necessito pra agora. Aquela mesma pessoa, com os pensamentos e atitudes daquele dia ou minutos

 

Amigos vieram, foram, vem e ainda virão.

 

Uns logo logo cumprirão sua missão e sentirei (e muito) saudades.

 

Mas nunca esquecerei nenhum. Todos estarão guardados eternamente em meu peito e nas recordações de um dia ter passado em minha vida cumprindo sua missão.

alguém aí?

Cá estou eu frente a um papel em branco mais uma vez. Sem saber o que escrever, mas transbordando de emoções, questionamentos, angústias...

Preciso falar.

Quem quer me ouvir? Para quem posso falar? Qual seria a pessoa certa para me ouvir?

Não sei o que fazer. Pensamentos chegam, vão, mudam... Não sei mesmo o que fazer.

Acho que estou prestes a tomar mais uma decisão importante em minha vida. Será que vale a pena? Seria o momento certo? Estou agindo com a cabeça no lugar?

Ah, Deus, por que sempre penso muito e termino agindo com o coração? Seria o emocional que me domina ou às vezes até falta de um amor próprio?

Queria me entender mais. Queria agir e dizer: “pronto, tomei a decisão certa e agora é pra valer”.

As horas que antecedem meu adormecer têm sido os momentos que minha cabeça tem se digladiado. Uns pensamentos negativos tentam superar os positivos e vice-versa. Uma confusão que não sei como dar jeito ou mesmo finalizar da maneira correta.

Independente do que faça ou não, quero que as pessoas que amo continuem comigo e me apoiando de toda forma. Mas tem que amar de verdade, porque falsidade e amor pela metade já to cheio.

 

Acho que hoje mais que nunca esse divã fez jus ao nome.

Quarto de dormir

para Lílian e Gê, com todo meu amor e saudade!!

 

Têm dias que tudo traz uma lembrança. Ontem foi assim.

Tudo começou numa ligação na sexta à noite. Cada minuto uma saudade vinha. E viajava os mais infinitos quilômetros que a mente ia.

As maiores recordações se passavam num quarto. Aquele ambiente que desde pequeno, muitas emoções aconteceram. Era um refúgio. Um paraíso. Um canto. Um divã. Hoje, uma saudade.

Sinto falta de cada momento vivido lá. Ocupei um terço daquele espaço. Tantas histórias, tanto choro e tanta risada. Momentos inesquecíveis ocorreram naquele “a primeira porta à direita” ou mesmo “o quarto dos meninos”.

Choros com anúncio do primeiro sobrinho. Desabafos. As desilusões amorosas. A decepção da inexistência do Papai-Noel. A ansiedade pela vinda do presente debaixo da cama nas datas especiais. O esconderijo nas horas de brigas familiares. A “sala” em muitas ocasiões. O canto do “puxão de orelha”.

Ontem, sozinho e sem as companhias que sempre tive, me botei a pensar nas voltas que o mundo dá. E os caminhos que a vida trilha.

Hoje, eu aqui longe dos outros dois terços que ocupavam aquele quarto de dormir... Me faz tanta falta. Momentos passados que serão inesquecíveis, mas guardados pra sempre.

Acordei assim...

“Meu amor, cadê você? Eu acordei Não tem ninguém ao lado.”

Voltando ao blog...

Enquanto não volto totalmente ao blog...

Aï vai um vídeo do meu sobrinho-afilhado!!

Te amo, meu príncipe!!! Saudade gigante!!!

prova

 

desde pequeno a vida nos coloca diante de provas que  vão mudando no  seu decorrer.

as provas de ciência viram química...

os pactos de amizade viram provas de amor...

as sentenças matemáticas, os valores reais e absolutos... tudo isso vai ficando cada vez mais complexo.

 

passei por alguns testes desses (não sei como)...

os resultados sempre foram os mais diferentes...

alguns momentos, me vi perante a mais difícil  avaliação e a vida me ensina onde estive errado, apaga tudo e o valor correto ela me põe com direito à círculos vermelhos.

 

tenho passado por provas de amor...

quantos cálculos, quantas borrachas, quantos novos valores...

o único resultado que não consigo mudar é o resultado final...

a certeza de que meu amor por você é único, absoluto, inteiro, invariável...

a razão e a proporção dele só tempo é quem dirá...

 

nessa prova o resultado será sempre DOIS. Nós. SEMPRE.

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