Todo Carnaval tem seu fim...

“Todo carnaval tem seu fim...”

(Marcelo Camelo)

 

Sou de mergulhar de cabeça em toda relação que começo. Posso começar sendo empurrado por situações, carências, indicações, embriaguezes... mas vou lá e começo. Sem nem me preocupar com a profundidade que mergulharei. Sou assim. Ponto.

 

Vivi a sorte de amores tranqüilos como diz a música. Amores esses que de tão tranqüilos um dia chegaram ao fim. Com todos aprendi. Tranqüilos ou não. Os conturbados pareceram até mais duradouros. Mais cheio de amores e intrigas. Afinal uma briguinha faz bem à qualquer relação.

 

Não gosto, mas uma D.R. quando tá tudo vai de mal a pior, é necessária. Se for pra ficar tudo de bem, então vamos pontuar os erros e corrigi-los. Ah, além do que sempre depois dessas d.r’s existe o “fazer as pazes”. Luto pelo o que é meu (pelo menos que acho que é meu). O problema disso tudo é que as pessoas por evitarem essas discussões deixam as relações apodrecerem.

 

A favor da verdade. Sou de falar tudo que seja para o bem da relação ou ao menos para o “bom” fim dela. Descobrir mentiras após de tudo é bem pior. Não sou mais de comentar nada, afinal acabou, mas fica um ressentimento. Da mesma forma que mergulho para entrar numa relação, sou capaz de ir mais fundo ainda em saber o motivo do desgaste dela. Descubro. Cedo ou tarde, saberei de tudo.

 

Volto à superfície mais uma vez. Ainda organizando ares, devaneios, novas “braçadas” e tentando seguir em frente, mesmo com algumas marés que teimam em me levar ao fundo novamente.

 

Seguirei em frente. Levando tudo aquilo que captei das profundezas que um dia fui. Um dia acertarei e lá viverei os mais deliciosos dias, mas enquanto isso... Um brinde à vida e aos novos mergulhos que virão.

 

“Se por acaso morrer do coração, é sinal que amei demais.”

(Rita Lee / Roberto de Carvalho)

Dúvidas.

As flores do começo um dia acabam?

Todas aquelas promessas iniciais eram somente para impressionar?

Aquela admiração de encher os olhos de lágrimas tem que acabar?

A coragem, a desinibição de demonstrar todo carinho se perdeu em que parte do caminho?

O cuidado, o medo de perder, a atenção, onde ficaram?

 

Será se já falei demais?

Será se já fiz tudo o que tinha que ser feito?

 

O que devo fazer para resgatar tudo aquilo pelo qual me apaixonei?

 

Posso continuar vivendo com o pouco que tenho recebido?

 

Percebe-se que as coisas não são como eram antes?

 

Como faço pra perceber?

 

Será que são sinais para mim?

 

Será que chegou a hora de dizer adeus?

 

Será?

Meu filme...

Nunca fui muito em acreditar em contos de fadas. Até porque em minha casa nunca vivemos assim. Minha figura de rei já oscilou muito e já foi até vilão. Isso é um capítulo passado e virado em minha vida.

Já tentei acreditar em amores de filmes. Amores esses que ao final se continuava junto. Felizes para sempre? Nem sei se são, porque sempre finalizam o filme estando todos bem, mas na maioria dos romances nunca tem uma trilogia porque se tivesse com certeza no “2” ou no “3” haveria várias separações.

Já vivi grandes amores e paixões. Uma dessas, garanto que tenha sido a maior de todas. Começou como conto de fadas, me contradizendo, mas logo tudo virou um reality e o conto de fadas perdeu a graça. O casal lindo e tão copiado já não é mais o mesmo. Cavalo branco? Hã?

O diretor do meu filme sou eu. Eu sei disso. Quero acreditar em contos, mesmo sabendo que eles não existem. E por que ainda espero que tudo volte a ser um belo romance? Será que não existe nada assim? O que fazer? Alguém me empresta um roteiro?

Quero muito ser feliz. Eu tento. Faço de tudo.

Mas um diretor não vive sem o elenco ideal e nem sem momentos clichês como o velho cavalo branco.

 

The end (?)

Alma boa.

Ontem conheci Chen Tê personagem de Denise Fraga na peça “A alma boa de Setsuan” de Bertolt Brecht. Uma mulher-menina que é abençoada por ceder sua pequena casa à seu Deus. Por conta disso é tida como a “alma boa” da cidade. Por ser tão boa e não conseguir se negar aos outros, acaba muitas vezes se prejudicando e não sendo reconhecida por suas atitudes. Para poder dizer “não”, ela usa da fantasia de um primo e assim colocar seu lado racional e egoísta (se é que ela consegue ser assim...). Os cidadãos do local tiram proveito de suas boas ações afim de benefícios próprios e prejudicando Chen tê.

 

Denise coloca no folder de apresentação do espetáculo um texto sobre a bondade da personagem e a nossa. Bondade essa que ela cita como hoje vista como bobagem. Ser bom hoje significa ser bobo. E é verdade. Não somos mais reconhecidos por uma boa atitude e sim pela esperteza, pelo “jeitinho” de se dar bem em cima dos outros.

 

Altruístas poucos são reconhecidos em trabalhos, em rodas sociais e na política. Sempre que surge alguém querendo estender sua mão a outro alguém, as interpretações podem ser das mais absurdas e injustas. Desde os pensamentos como uma mão lava a outra até mesmo à construção de imagem de bom samaritano.

 

Por muitas, mas muitas vezes, me arrependi de ter sido o bonzinho. O que calou para não prejudicar ninguém ou por ter dito um sim que iria me prejudicar, mas beneficiar outrem. Procuro formas para deixar de ser tido como “bonzinho” (sinônimo de bobinho na realidade), mas será que estou correto? Será que posso estender minha mão sem medo de que me levem o braço inteiro? Posso fazer tanto com esse braço estendido, mas tenho receio e sei que não posso.

 

Pensei muito nisso. Espero que vocês também. Assim como finaliza a peça:

 

- Deve haver uma saída.

 

- TEM DE HAVER!!!

Amigos e missões.

Acredito que amigos surjam na vida da gente para cumprir missões.

Missões essas que podem ser rápidas, imperceptíveis ou eternas. Com meus amigos todos acredito que seja assim.

 

Dividir o lanche da merendeira já foi sinal de grande amizade. O primeiro porre junto. As descobertas sexuais. Os destinos profissionais. As coragens de mudar. Todas essas passagens estavam sempre na companhia de grande amigo. Alguns deles ficaram em seus respectivos lugares, nos quais os conheci. Outros tomaram rumos diferentes e lugares diferentes. Alguns eu reencontrei com a mesma intensidade, uns com bem mais e outros com bem menos. O que importa é que um dia eles foram muito importantes para mim. E hoje no meu coração percebo o aceno de cada um ao seu modo.

 

Sinto falta. Desde aqueles que pouco lembram ou se importam de como eu esteja, qual rumo minha vida tomou... Sinto falta pelo momento passado juntos. Pela alegria que necessito pra agora. Aquela mesma pessoa, com os pensamentos e atitudes daquele dia ou minutos

 

Amigos vieram, foram, vem e ainda virão.

 

Uns logo logo cumprirão sua missão e sentirei (e muito) saudades.

 

Mas nunca esquecerei nenhum. Todos estarão guardados eternamente em meu peito e nas recordações de um dia ter passado em minha vida cumprindo sua missão.

alguém aí?

Cá estou eu frente a um papel em branco mais uma vez. Sem saber o que escrever, mas transbordando de emoções, questionamentos, angústias...

Preciso falar.

Quem quer me ouvir? Para quem posso falar? Qual seria a pessoa certa para me ouvir?

Não sei o que fazer. Pensamentos chegam, vão, mudam... Não sei mesmo o que fazer.

Acho que estou prestes a tomar mais uma decisão importante em minha vida. Será que vale a pena? Seria o momento certo? Estou agindo com a cabeça no lugar?

Ah, Deus, por que sempre penso muito e termino agindo com o coração? Seria o emocional que me domina ou às vezes até falta de um amor próprio?

Queria me entender mais. Queria agir e dizer: “pronto, tomei a decisão certa e agora é pra valer”.

As horas que antecedem meu adormecer têm sido os momentos que minha cabeça tem se digladiado. Uns pensamentos negativos tentam superar os positivos e vice-versa. Uma confusão que não sei como dar jeito ou mesmo finalizar da maneira correta.

Independente do que faça ou não, quero que as pessoas que amo continuem comigo e me apoiando de toda forma. Mas tem que amar de verdade, porque falsidade e amor pela metade já to cheio.

 

Acho que hoje mais que nunca esse divã fez jus ao nome.

Quarto de dormir

para Lílian e Gê, com todo meu amor e saudade!!

 

Têm dias que tudo traz uma lembrança. Ontem foi assim.

Tudo começou numa ligação na sexta à noite. Cada minuto uma saudade vinha. E viajava os mais infinitos quilômetros que a mente ia.

As maiores recordações se passavam num quarto. Aquele ambiente que desde pequeno, muitas emoções aconteceram. Era um refúgio. Um paraíso. Um canto. Um divã. Hoje, uma saudade.

Sinto falta de cada momento vivido lá. Ocupei um terço daquele espaço. Tantas histórias, tanto choro e tanta risada. Momentos inesquecíveis ocorreram naquele “a primeira porta à direita” ou mesmo “o quarto dos meninos”.

Choros com anúncio do primeiro sobrinho. Desabafos. As desilusões amorosas. A decepção da inexistência do Papai-Noel. A ansiedade pela vinda do presente debaixo da cama nas datas especiais. O esconderijo nas horas de brigas familiares. A “sala” em muitas ocasiões. O canto do “puxão de orelha”.

Ontem, sozinho e sem as companhias que sempre tive, me botei a pensar nas voltas que o mundo dá. E os caminhos que a vida trilha.

Hoje, eu aqui longe dos outros dois terços que ocupavam aquele quarto de dormir... Me faz tanta falta. Momentos passados que serão inesquecíveis, mas guardados pra sempre.

Acordei assim...

“Meu amor, cadê você? Eu acordei Não tem ninguém ao lado.”

Voltando ao blog...

Enquanto não volto totalmente ao blog...

Aï vai um vídeo do meu sobrinho-afilhado!!

Te amo, meu príncipe!!! Saudade gigante!!!

prova

 

desde pequeno a vida nos coloca diante de provas que  vão mudando no  seu decorrer.

as provas de ciência viram química...

os pactos de amizade viram provas de amor...

as sentenças matemáticas, os valores reais e absolutos... tudo isso vai ficando cada vez mais complexo.

 

passei por alguns testes desses (não sei como)...

os resultados sempre foram os mais diferentes...

alguns momentos, me vi perante a mais difícil  avaliação e a vida me ensina onde estive errado, apaga tudo e o valor correto ela me põe com direito à círculos vermelhos.

 

tenho passado por provas de amor...

quantos cálculos, quantas borrachas, quantos novos valores...

o único resultado que não consigo mudar é o resultado final...

a certeza de que meu amor por você é único, absoluto, inteiro, invariável...

a razão e a proporção dele só tempo é quem dirá...

 

nessa prova o resultado será sempre DOIS. Nós. SEMPRE.

A perda.

 

a dor do abalável. do destruído. do vencido.

planos correm para um aplauso final e pára.

o ouro vira prata e a alegria vira lágrima.

o chão companheiro, some.

todo ar no peito, falta.

um vácuo é constante. presente.

aquele caminho que vinha sendo traçado é interrompido.

 

e agora?

e aquele tão sonhado...?

e todo o plano de...??

 

acreditar em novo planos. refazer os antigos.

respirar todo o ar que sumiu.

colocar toda sustentação. levantar.

correr atrás do prêmio no final.

ser feliz.

a prata guardada no cantinho dá espaço ao ouro que um dia chegará.
postei... não sei pra que, mas postei...

 

tem dias que é assim...

tudo que planejamos para a felicidade sonhada, some...

aquele riso que tinha todo dia, ao acordar, desaparece...

o final de semana que era os dias mais esperados, não tem mais a graça que tinha...

é...

sem muito saco para escrever...

os sentimentos enlouquecem no coração...

a mente parece parar...

o tempo também...

tenho vontade de sumir...

voltar no dia que tudo estiver bem...

daí eu acordar e ter motivos para sorrir

tortura (todo mundo escreve bobagem...rs)

 

Existem as mais diversas torturas no mundo.
Vivi durante um mês uma que sei que muitos já viveram, ou nem sonham em viver.
Tenho 1,78; moreno claro, cabelos castanhos escuros, com forte predominância de brancos; uso óculos (parece descrição de bate papo de sacanagem!!hehehehe), peso... peeeeeeeeeso... pulemos essa parte. É ela que vinha me torturando.
Todos os dias, ao acordar, um bom banh, um café rápido e a ida ao trabalho. Pronto. Era justo, na esquina do trabalho onde eu era golpeado todos os dias. Eu passava, não dirigia o olhar, mas ele teimava em ir lá e... PUFT! Um murro no estômago! PUFT! Outro na consciência!!!
Assim foram (quase) todos os dias do mês de julho! Logo ali, na esquina do trabalho!Foi dureza, sofrer toda essa tortura!!
Hoje, finalmente, ela acabou!! Eu já não agüentava mais aquilo todas as manhãs! Porque no final da tarde, eu evitava passar pelo mesmo lugar!
É, acabou! A revista Men´s Health do mês de julho finalmente foi vendida da tal banca na esquina do meu trabalho!
É... Foi ela mesma quem me torturou, todos esses dias! Saía sempre de casa feliz, com um pão recheado de queijo com salame na barriga e um copão de “nescau com leite” e lá estava a bandida da revista estampando uma barriga “desenhada”! Aquilo me tirava o ar, me dava raiva ter que sofrer com aquele abuso!
Eu rezava! Pedia por tudo quanto fosse sagrado para que a revista saísse dali, mas ela teimava em aparecer e meu olho ir direto “levar um soco”!!
Mas hoje, dia 25 de julho, quero festejar com vocês, meu amigos, o sumiço da tal revista!! Vou festejar com mais um pão com salame e etc...
Vendida ou não, sei que ela sumiu!
Quem a retirou de lá, não sei...
Só sei que me fez um bem IMENSO!

sem manual de instrução

 

não gosto de pouco.

adoro o tudo. o completo.

se for pra agir, vou fundo. nada de pela metade.

quando se fala em amor então...

quem “bem” me conhece, sabe disso.

dou a cara para a realidade bater.

não sou muito de calcular.

não vim com manual.

odeio todos eles.

vou lá e faço funcionar.

pronto.

deu certo?

só o tempo dirá.

se “pifar” tento consertar.

uso todas as ferramentas.

colo daqui. aperto dali.

insiste em não funcionar?

talvez seja a hora de jogar fora?

mas poxa, funcionou tão bem no começo...

é...

esse sou eu e minha velha mania de odiar manuais...

texto bom a gente divide com os amigos

 

Para o amor perdido

Fernanda Young

 

Fiquei triste. Num momento você estava aqui, no outro já não estava. Igual a um bicho de estimação que morre de repente e somem com o corpo.

Para onde foi tudo aquilo? Que tínhamos tão seguro. Tão certos de sua eternidade. Para onde foi, hein? Meu peito, depósito subitamente esvaziado, aperta-se no meio de tanto espaço.

Tento identificar o instante, quando o que tínhamos se perdeu. Mas nem sei se o perdemos juntos ou se juntos já não estávamos. Me desespera saber que um amor, um dia desses tão grande, possa ter desaparecido com tanta facilidade.

Como já disse, estou triste; e isso me faz acreditar no poder das cartas. Não falo de tarô, mas destas, escritas e mandadas ou não mandadas. Cheias de questões e metáforas, que assim, misturadas cuidadosamente, num cafona português polido, soam mais sensatas.

Qual poder espero desta carta? Simples: que deixe registrado este meu estranho momento. Quando o que devia ser alívio revela-se angústia. E a cabeça não pára, vasculhando cantos vazios.

Não gosto de perder as minhas coisas, você sabe. E hoje, cercada pela sua ausência, procuro o que procurar. Experimentando o desânimo da busca desiludida. Pois, se um amor como aquele acaba dessa maneira, vale a pena encontrar um outro? Será inteligente apostar tanto de novo?

Aposto que você está pouco se lixando para isso tudo. Que seguiu sua vida tranqüilamente, como se nada de tão importante tivesse ocorrido. E está até achando graça desta minha carta, julgando-a patética e ridícula. Você, redundante como sempre.

Só há uma coisa certa a respeito disso: não desejo resposta sua. É, esta é uma daquelas cartas que não são para ser respondidas. Apenas lidas, relidas, depois picadas em pedacinhos. Sendo esse o destino mais nobre para as emoções abandonadas.

Queria apenas pedir um favor antes que você rasgue este resto do que tivemos. Se algum dia, tendo bebido demais, sei lá, você acabar pensando tolices parecidas com estas, escreva também uma carta. Mesmo sem jamais saber o que você irá dizer, sei que ela fará de mim menos ridícula. Neste amor e, por isso, em todo o resto. Pois adoraria que você fosse capaz de tanto - escrever uma carta é um ato de desmedida coragem. E eu ficaria, enfim, feliz comigo, por tê-lo amado. Um homem assim, capaz de escrever bobagens amorosas.

Então é isso - como sou insuportavelmente romântica, meu Deus. Termino aqui essa história, de minha parte, contando que estas palavras façam jus ao fim do amor que senti. E deixando este testamento de dor, onde me reconheço fraca e irremediável. Porque ainda gostaria de poder acreditar que você nadaria de volta para mim.
felicidade passageira

Vivi um fim de semana que há muito tempo não vivia.

Aqueles dias em que você se desliga do resto do mundo.

Passar uns dias no interior da Bahia no São João foi perfeito. Bom demais. Recomendo a todos que passam por aqui.

O ruim de tudo isso foi voltar a “realidade” do mundo e me deparar com cenas que me deixaram perplexo. Depois de dias “desplugado”, volto com cena de doméstica agredida por rapazes de classe média no RJ; ônibus assaltado por menores percorre várias avenidas na contra mão em Salvador e bate em carro matando duas pessoas da mesma família; carro com quatro membros de uma família bate de frente com uma carreta e todos morrem, entre as vítimas uma criança... CHEGA!

O choque com tudo isso é tão grande que toda a felicidade ficou lá no interior da BA!

Que loucura é essa?? Aonde vamos parar?

Que base familiar tem esses meninos para chegar numa pessoa na rua e espancar? Falta de educação? Mas logo eles que estudam em colégios bons??

Vi hoje pela manhã uma psicopedagoga falava sobre esses rapazes. Ela dizia que esses são aqueles meninos que por mais que estivessem numa boa escola o pai era que ordenava em tudo. Aquele que o pai sempre deu razão as coisas do filho, quando esse falava que a professora tava errada e vai no colégio e esculhamba a professora dando razão ao filho que estava errado.

Esses “meninos” nunca souberam o que é autoridade, o que é ordem, muito menos o que é respeito. São esses que acham que os pais são para a vida inteira e que eles podem tudo porque o dinheiro deles compra tudo.

E a família das outras pessoas que em nada tem relacionado a esses “filhos de papai”? Hoje choram pelo que aconteceu e pelo que irá acontecer, pois todos sabemos que amanhã ou depois todos estarão na rua procurando eu ou mesmo você para espancar, queimar, matar...

 

E eu que por três dias acreditei que o mundo poderia estar melhor...

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